BRUNA PATRIZIA MARIA TERESA ROMILDA LOMBARDI
Aconteceu. Fomos jantar com Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli. Diadorim e Nô. O boto, o amante de Odete Roitman e a mulher que eu queria ser quando tinha onze anos. Quando ia imaginar?
Enquanto bebericava um vinho e degustava as histórias deste casal tão gentil, viajava para Assis no pensamento.
Me lembrava deles emoldurados por aquela tv que tinha porta sanfonada pra gente fechar quando chegasse visita.
Falamos da vida e dos segredos do casamento. O deles é de verdade e já dura dezenas de anos.
No dia seguinte gastei quatrocentos e cinquenta e seis reais em cremes para o rosto. Tenho meus motivos: vi uma mulher vinte anos mais velha sem nenhuma marca da vida.
Contei para a minha mãe e ela ficou louca da vida. Não pela minha vaidade instantânea, mas porque não peguei um autógrafo para ela mostrar para as amigas no bingo.
Linda. Não a Bruna, você mesma.
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