segunda-feira, 27 de novembro de 2006

E-MAIL INESPERADO

Eu sempre choro quando leio as singelices.
De alegria. De ternura. Da dor compartilhada de existir com seu caudal de limites e impedimentos.

Maria Otília

Maria Otília é minha sogra. Toda vez que ela escreve algumas linhas eu leio, releio e não canso de encontrar significados para as palavras dela e para mim mesma.
Caudal.
Dor compartilhada.
Limites.
Alegria.
Ternura.

Escrever no blog faz a gente demitir a terapeuta.

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