POST DA FÊ SOBRE A FLÁVIA - SUPERMANICURE
Bedcuri
A Flávia é a minha manicuri. Ela vai em casa, cobra muito mais caro por isso, faz a unha de um jeito Ok, fala que o meu cabelo está ruim, dá palpite nas minhas roupas, atrasa, dá cano…Por que eu fico com ela? Porque calhou de eu ser capricorniana apegada. Adoro aquela mulher. Ela me faz rir logo de manhã. E agora é que eu não largo mesmo.
Sexta passada ela tinha rodízio e queria me atender às 7 da matina. Simplesmente impossível. Faz assim Flavia, chega às 7, pega a chave na portaria, me espera na sala até as 8 e aí a gente faz a unha. Dito e feito. Só que mesmo às 8, as cervejas da noite anterior e o frio da atual manhã não me deixaram acordar. Ela não teve dúvidas. Fez a unha lá mesmo. Eu dormindo, embaixo das cobertas e ela alicatando tudo. Acordei linda e loira, de unhas feitas. Puro glamour.
Para quem precisar dos serviços de uma Bedcuri, Flávia: 83568000 (faz a unha, depila, xinga, dá conselhos e faz a sobrancelha como ninguém)
quarta-feira, 16 de maio de 2007
segunda-feira, 14 de maio de 2007

DIA DAS MÃES
Lá fui eu, me achando a homenageada do dia na escola Esquilinho, onde o Maternal I se apresentaria para todas as mamães no sensacional musical "Florzinhas do meu jardim" ou coisa parecida. Sei que as florzinhas entraram em cena e eu lá, câmera a postos, não achava a minha pequena. No fim da fila, lá estava ela muito brava no colo da tia Tita. E brava ficou a festa toda.
As amiguinhas dançavam, batiam palminhas e a Lolô não quis saber. Ficou imóvel, boquiaberta com aquela maluquice, muda.
Depois da dança mamães e filhinhos se juntavam para plantar uma flor em um vasinho. Lolô preferia brincar na areia azul, sendo que a areia era o único lugar proibido da festinha.
A festa terminou e eu não consegui da Lolô nem que ela sorrisse para uma foto que eternizasse meu Dia das Mães.
Lá em casa, já tarde da noite, ela quis vir dormir no meu colo. Aí, levantou a cabeça, olhou bem no meu olho, se pôs a arrumar meu cabelo, me abraçou, disse que mamai é linda.
Eu também te amo, respondi.
quinta-feira, 10 de maio de 2007
TRILHA SONORA
Quando soube que estava grávida da Lolô a Toty me enviou uma caixinha branca. Dentro estava uma medalha do anjo da guarda, grande, pesada, antiga, porque ficava no berço dela quando nasceu. Ao lado ela escreveu a Oração do Santo Anjo que protege as crianças. Não preciso dizer o quanto fiquei tocada.
Dessa vez ganhei outra surpresa linda. Here comes the sun, numa versão linda da Nina Simone. De novo fiquei tocada e naquele instante escolhi a estrada da minha segunda gravidez. Será de sol, sorrisos e a certeza de estar tudo bem.
"Little darling, the smiles returning to the faces
Little darling, it seems like years since it's been here...
Here comes the sun, here comes the sun
and I say it's all right"
Quando soube que estava grávida da Lolô a Toty me enviou uma caixinha branca. Dentro estava uma medalha do anjo da guarda, grande, pesada, antiga, porque ficava no berço dela quando nasceu. Ao lado ela escreveu a Oração do Santo Anjo que protege as crianças. Não preciso dizer o quanto fiquei tocada.
Dessa vez ganhei outra surpresa linda. Here comes the sun, numa versão linda da Nina Simone. De novo fiquei tocada e naquele instante escolhi a estrada da minha segunda gravidez. Será de sol, sorrisos e a certeza de estar tudo bem.
"Little darling, the smiles returning to the faces
Little darling, it seems like years since it's been here...
Here comes the sun, here comes the sun
and I say it's all right"

TESTE DE GRAVIDEZ. VOCÊ UM DIA VAI PASSAR POR ISSO
Um dia a menstruação atrasa. No dia seguinte nada dela vir. Aí começa a emoção. Acho que sim. Acho que não. Se sim, vai chamar fulano, não, não vou pensar nisso agora. Acho que não. "-Amor, meu peito não está diferente?" "- Hummm, não sei, você acha que está?" Não, estou só perguntando.
Na véspera de confirmar minha gravidez dormi mal. As duas vezes. "Se estiver grávida, isso, isso e aquilo. Senão, tudo bem, issso, isso e aquilo. Se sim, que alegria, se não yoga, muito trabalho, viagem."
E compra-se o teste. No banheiro dá um gelo na barriga.
Xixi no bastão. Em um ou dois minutos você tem que olhar no visor: dois risquinhos = positivo.
Comigo foi assim.
Estou bem contente com a vinda do outro bebê e com a paz que a gente sente quando espera o segundo filho. Sai a euforia, entra a alegria. E, aquele medo de não conseguir amar a criatura como se ama o primeiro filho acaba ao olhar os dois palitinhos rosa púrpura.
Here comes the sun...

UMA MOCINHA
Hoje fui arrumar a Lolô para a escola. Penteado princesinha, toda faladeira, dizendo o que quer e o que não quer, concordando, questionando, discordando. Ela já tem vontade própria.
Acho mesmo que um irmão fará bem pra ela. Eu sempre quis um irmãozinho da mesma idade para me dar a mão quando estivesse escuro.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
CONTENTAMENTO INTERNO
Ando em silêncio. Fiquei tempo sem escrever aqui.
Estou em uma daquelas fases que a vida está se ajeitando e só o que se tem a fazer é esperar que tudo se acerte. Ao meu redor muitas mudanças. Mudam-se de emprego, de profissão, de situação.
No meio disso comecei a fazer um curso de formação em yoga.
O contentamento interno, isso eu tenho.
Ando em silêncio. Fiquei tempo sem escrever aqui.
Estou em uma daquelas fases que a vida está se ajeitando e só o que se tem a fazer é esperar que tudo se acerte. Ao meu redor muitas mudanças. Mudam-se de emprego, de profissão, de situação.
No meio disso comecei a fazer um curso de formação em yoga.
O contentamento interno, isso eu tenho.
OS TRABALHOS DA LOLÔ
Cheguei em casa outro dia e lá estava uma pasta da Esquilinho contendo todas as atividades que a Lolô fez desde que entrou na escola. Pintando com os dedinhos, com giz de cera, com guache. Colando macarrão em uma panela, penas na cabeça do índio.
Uns rabiscos bem no cantinho da página que ela dizia que era eu.
Eu, filha? Eu? É a mamãe? E a sala se alagou.
Cheguei em casa outro dia e lá estava uma pasta da Esquilinho contendo todas as atividades que a Lolô fez desde que entrou na escola. Pintando com os dedinhos, com giz de cera, com guache. Colando macarrão em uma panela, penas na cabeça do índio.
Uns rabiscos bem no cantinho da página que ela dizia que era eu.
Eu, filha? Eu? É a mamãe? E a sala se alagou.

SONHOS SÃO ASSIM
Quando a gente era criança lá em Assis, havia sempre gincanas na escola. O grande barato de todas elas era o teatro. E o legal do teatro era ver a Toty no palco. Um ano ela era Celly Campelo, no outro Assuntinha, uma faxineira exotérica. Foi também um político demagogo, uma madre superiora, imitou a dona Armênia da Rainha da Sucata. Cantava Elis Regina no bar de um amigo. Minha mãe sempre dizia: essa menina puxou o Erasmo, pai dela, que era muito talentoso. Cantava nos bailes com a voz igual do Dick Farney.
Aí veio para São Paulo. Quis estudar teatro. Quis fazer Antunes. Por que tinha que ser adiou esse sonho por uns anos.
Agora a gente abre a Folha de São Paulo e lá está Antoniela do Canto. A gente vai ver a peca Toalete no teatro Gazeta, lotado até não poder mais, e ela sobe ao palco, achando que está em casa.
Sonhos se realizam e a vida é boa!
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