terça-feira, 11 de setembro de 2007


TOMTOM

Todo dia a mesma coisa. Tomtom sorridente, andando a galopes, fechando os olhos pra rir, com as sobrancelhas herdadas, o olhar compenetrado, o deixa pra lá em qualquer disputa de coisas mundanas.
Todo dia a mesma coisa, aquela voz rouca inventando musiquinhas. Êti, mamai. Êti, Lolô.
Sempre a mesma coisa, todo mundo querendo pegar o Tom, morder, cheirar, abraçar. E ele não se importa.
As crianças querem levar o Tom pra casa, querem dar a mão para ele, querem abraçá-lo bem forte.
Quando o Tom vai embora a gente morre de saudade.
Olha, eu amaria o Tom mesmo que ele não fosse filho da Gi e do Rodrigo. Se eu o conhecesse brincando na areia da pracinha.

Um comentário:

  1. Sempre fiz meus comentários do seu delicioso blog diretamente no seu email. Na verdade nunca lembro que tem uma area para comentários no blog. Acho que é porque não estou habituada a ler blogs. Não porque não ache legal, muito pelo contrário. Cada vez que abro o blog singelices já pego logo minha caixa de klenex. Fico tão feliz por ele exisitir, e assim ajudar na minha existência. Parece exagero, mas não é. Cada post, cada palavra, cada foto...tudo me faz um bem danado. Fecho o computador e me sinto feliz. O seu blog me faz bem, assim como você me faz muito bem.
    Sobre este post, do nosso pequeno Tom, não tenho nem o que dizer. É óbvio que precisei de um klenex a mais...
    Você sabe como ninguém tranformar sentimentos em palavras...que dádiva...
    À propósito, não é à toa que uma das primeiras palavras que meu bambino aprendeu a falar foi Nana, e que repete pelo menos umas dez vezes por dia desde então...

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