TOMTOM
Todo dia a mesma coisa. Tomtom sorridente, andando a galopes, fechando os olhos pra rir, com as sobrancelhas herdadas, o olhar compenetrado, o deixa pra lá em qualquer disputa de coisas mundanas.
Todo dia a mesma coisa, aquela voz rouca inventando musiquinhas. Êti, mamai. Êti, Lolô.
Sempre a mesma coisa, todo mundo querendo pegar o Tom, morder, cheirar, abraçar. E ele não se importa.
As crianças querem levar o Tom pra casa, querem dar a mão para ele, querem abraçá-lo bem forte.
Quando o Tom vai embora a gente morre de saudade.
Olha, eu amaria o Tom mesmo que ele não fosse filho da Gi e do Rodrigo. Se eu o conhecesse brincando na areia da pracinha.
Sempre fiz meus comentários do seu delicioso blog diretamente no seu email. Na verdade nunca lembro que tem uma area para comentários no blog. Acho que é porque não estou habituada a ler blogs. Não porque não ache legal, muito pelo contrário. Cada vez que abro o blog singelices já pego logo minha caixa de klenex. Fico tão feliz por ele exisitir, e assim ajudar na minha existência. Parece exagero, mas não é. Cada post, cada palavra, cada foto...tudo me faz um bem danado. Fecho o computador e me sinto feliz. O seu blog me faz bem, assim como você me faz muito bem.
ResponderExcluirSobre este post, do nosso pequeno Tom, não tenho nem o que dizer. É óbvio que precisei de um klenex a mais...
Você sabe como ninguém tranformar sentimentos em palavras...que dádiva...
À propósito, não é à toa que uma das primeiras palavras que meu bambino aprendeu a falar foi Nana, e que repete pelo menos umas dez vezes por dia desde então...