terça-feira, 8 de janeiro de 2008


INDO PRA CASA

Ficar no hospital estes dias é como viajar a Tokio sem escalas. Você não sabe se está frio ou calor, as comissárias- enfermeiras entram e saem sem parar oferecendo coisas e interrompendo seu sono. Não chega nunca o fim da viagem. Não importa se é dia ou noite e você já não sabe mais que horas são. A diferença é que você dá de mamá a cada três horas.
Bom, o importante é que voltamos para casa.

EM CASA

O primeiro dia nunca é fácil. Desce muito leite, o nenê dorme e não aguenta beber toda a produção, o peito dói, a Lolô chora, ri, se pendura no berço, ama a irmã, não sabe se ama. Minha mãe não sabe como ajudar. O Tin precisa ir dez vezes à rua para comprar o que esquecemos, a casa toda está tentando entender como será nossa rotina em breve.
Não, o primeiro dia não é dia de visitas.
Estou um caco, amores.

MERCI

Obrigada pelos comentários, as flores, a caixa de Ades Banana, os sms e recados no celular, os telefonemas, os presentes.

2 comentários:

  1. um pouquinho atrasadinho mas ainda valendo!

    PARABÉNS!!!!!!!

    eu não imagino como é, mas pelas fotos do parto deu pra imaginar a sensação de recompensa de ver uma coisinha lindinha dessa!

    beeejo mamãe!!!

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  2. Nica, não fui atrás de ti hoje justamente porque sei que o primeiro dia em casa a gente quer mesmo é que não tenha ninguém por lá, apesar de precisar saber que tá todo mundo a postos. De qq forma falei com o Tin e antes da ligação cair e eu não achar mais ele, vocês, eu soube que estava tudo bem. Bom, eu tô por aqui... precisando de qq coisa grita e se o Tin estiver na rua e vclembrar de mais alguma coisa esquecida posso correr nas farmácias e supermercados atrás dele. Um dia depois do outro, mãe linda de filhas lindas. Bjão, Cice.

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