EÇA DE QUEIROS , escreveu com humor e maestria:
“Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra: - todas as outras as deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro. Na língua verdadeiramente reside a nacionalidade; - e quem for possuindo com crescente perfeição os idiomas da Europa vai gradualmente sofrendo uma desnacionalização.
(...) Não, minha senhora! Falemos nobremente mal, patrioticamente mal, as línguas dos outros”.
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