sexta-feira, 13 de julho de 2007



CLEIDE, ELÓ E AS PÊRAS

"Não se pode amar Eló por mais de três horas.
Senão se morre de amor."

A Toty já havia me dito que eu amaria essa peça, uma obra delicada e com imensa capacidade de preencher o tempo presente e o coração. Cleide, Eló e as pêras foi escrita por Gero Camilo, com ele atuando e uma moça chamada Paula, valente, trágica e linda dividindo com ele o palco.

O teatro era bem pequeno, com vinte e poucas pessoas. Ouvia-se a respiração e o coração dos atores. Os olhares deles cruzavam os nossos muitas vezes, mas eles eram sempre os amantes de Eló e Cleide.
E o mais fantástico é que nós todos amávamos Eló e Cleide.

Foi lindo.

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